PROJETOS SOLARES EM ÉVORA

Graça do Divor e Sol de Évora

A Hyperion está a desenvolver dois projetos de energia solar no distrito de Évora: a Central Solar Fotovoltaica Graça do Divor, promovida pela Hyperion, e a Central Solar Fotovoltaica Sol de Évora, promovida pela Newcon40, do grupo APL.


Por serem desenvolvidos lado a lado, estes dois projetos permitem um planeamento mais cuidado: partilhar infraestruturas em vez de duplicá-las, reduzir o impacto no território e na paisagem, e trabalhar de forma mais próxima com a comunidade local ao longo de todo o processo.

Central Fotovoltaica
Graça do Divor

Projeto detido e desenvolvido pela Hyperion

200 MVA

de potência de injeção

equivalente a cerca de 1% do objetivo nacional de capacidade solar

492 GWh

de energia produzida por ano

equivalente ao abastecimento de 140 mil casas

45.000 tCO2e

de emissões evitadas por ano

equivalente a retirar 22 mil carros das estradas

Promotor
Hyperion Renewables Évora S.A. – sociedade veículo da Hyperion Renewables
Tecnologia
Solar Fotovoltaico + Sistema de Armazenamento
Potência instalada fotovoltaica
260 MWp
Potência/Capacidade de Armazenamento
100 MW / 400 MWh
Área ocupada
139 ha
Área vedada
580 ha
Ligação à rede
Linha de Muito Alta Tensão de 1,2 km
Estado do projeto
Avaliação de Impacte Ambiental a decorrer

Timeline atual

Central Fotovoltaica
Sol de Évora

Projeto detido pela NewCon40 e desenvolvido pela Hyperion

400 MVA

de potência de injeção

equivalente a cerca de 2% do objetivo nacional de capacidade solar

913 GWh

de energia produzida por ano

equivalente ao abastecimento de 260 mil casas

84.000 tCO2e

de emissões evitadas por ano

equivalente a retirar 40 mil carros das estradas

Promotor
Newcon40 Lda. - sociedade veículo do APL Group
Tecnologia
Solar Fotovoltaico + Sistema de Armazenamento
Potência instalada fotovoltaica
480 MWp
Potência/Capacidade de Armazenamento
200 MW / 800 MWh
Área ocupada
245 ha
Área vedada
912 ha
Ligação à rede
Linha de Muito Alta Tensão de 1,6 km
Estado do projeto
Avaliação de Impacte Ambiental a decorrer

Timeline atual

Conheça o projeto de perto

Explore a localização e a implantação dos projetos através de uma experiência interativa em 3D e saiba mais sobre os projetos.

ENVOLVIMENTO COM A COMUNIDADE

Desenvolver com responsabilidade,
em diálogo com a comunidade

Estes projetos assentam numa lógica de proximidade, transparência e compromisso com a população. Desde as fases iniciais, foram já consultadas +20 entidades públicas, associações e agentes locais, regionais e nacionais ligados às comunidades e ao território. Foi possível identificar preocupações e sugestões de melhoria, contribuindo para a definição de medidas de mitigação e compensação, ainda sujeitas a articulação com as entidades competentes.

MEDIDAS DE MITIGAÇÃO

Prevenir impactes sempre que possível. Reduzir os que não podem ser evitados

Os projetos integram medidas de prevenção, minimização e monitorização, definidas com base nos impactes identificados nos estudos ambientais. Estas medidas aplicam-se aos principais descritores ambientais e às diferentes fases do projeto, desde a construção até ao desmantelamento.

Gestão ambiental em obra e sensibilização das equipas

A construção é acompanhada por um Plano de Gestão Ambiental da Obra, que define as medidas de minimização, boas práticas e procedimentos de controlo a implementar. Paralelamente, são realizadas ações de formação e sensibilização para todos os trabalhadores, assegurando o cumprimento das normas ambientais e a proteção dos valores naturais e sociais.

Redução de poeiras, emissões e ruído

Serão adotadas medidas para minimizar a emissão de poeiras e poluentes atmosféricos, incluindo a aspersão de água em períodos secos e a manutenção regular de máquinas e veículos. Os equipamentos utilizados cumprem os requisitos legais em matéria de ruído e emissões.

Gestão responsável de resíduos

Os resíduos gerados durante a obra serão devidamente identificados, separados e encaminhados para destino final adequado, de acordo com o Plano de Prevenção e Gestão de Resíduos de Construção e Demolição. É assegurado o registo das quantidades produzidas e a correta gestão dos diferentes fluxos, incluindo resíduos perigosos.

Proteção das áreas sensíveis

As intervenções no terreno são limitadas às áreas estritamente necessárias, garantindo a preservação de habitats naturais, vegetação autóctone e espécies protegidas. Exemplares de sobreiro e azinheira são identificados, sinalizados e protegidos antes do início da obra, sendo ainda assegurada a não afetação de áreas classificadas e habitats sensíveis.

Controlo de espécies invasoras

Será implementado um plano de controlo e gestão de espécies exóticas invasoras, incluindo a sua identificação, remoção e correta deposição. Sempre que necessário, são utilizadas terras de empréstimo livres de contaminação biológica, evitando a introdução de novas espécies invasoras.

Plano de compensação de quercíneas

Plantação de 4 917 sobreiros em cerca de 81 hectares através de ações de arborização e adensamento de povoamentos existentes, compensando em três vezes o número de quercíneas afetadas pelos projetos.

Reforço da vegetação autóctone

Plantação de cerca de 7 000 árvores, 31 000 arbustos e 90 000 subarbustos autóctones, através do reforço de 47 ha de galerias ripícolas e da criação de 35 km de cortinas arbóreas. Estas intervenções promovem a continuidade ecológica, o aumento da biodiversidade, a estabilização dos solos e a integração paisagística do projeto, criando também zonas de abrigo e alimentação para a fauna local.

Galerias ripícolas

Preservação e reforço de 47 ha de galerias ripícolas ao longo das linhas de água, através da criação de faixas de proteção ecológica com vegetação autóctone, promovendo a continuidade ecológica, a estabilização das margens e o suporte à biodiversidade local.

Proteção da fauna e dos habitats

Os trabalhos são planeados para evitar períodos críticos para a fauna, como épocas de reprodução ou hibernação. Durante a fase de exploração, são mantidas zonas de refúgio ecológico, como áreas húmidas e vegetação natural, e a iluminação é adaptada para reduzir perturbações.

Aberturas nas vedações para circulação de animais

As vedações dos projetos integram aberturas específicas que permitem a passagem de fauna de pequena e média dimensão, mantendo a conectividade ecológica entre áreas naturais envolventes. Esta medida reduz o efeito de barreira associado à implantação dos parques e permite que os animais continuem a deslocar-se, alimentar-se e utilizar o território de forma segura.

Monitorização da avifauna

Implementação de um plano de monitorização direcionado para espécies com estatuto de conservação desfavorável identificadas na área envolvente, incluindo abetarda, alcaravão, peneireiro e milhafre-real. O programa prevê monitorização antes, durante e após a construção, permitindo acompanhar a utilização do território e avaliar potenciais efeitos do projeto.

Proteção dos recursos hídricos e das linhas de água

As frentes de obra mantêm um afastamento mínimo das linhas de água, nomeadamente da Ribeira do Divor, sendo assegurado o escoamento natural e evitadas interferências no regime hídrico. As intervenções são planeadas para minimizar a erosão, o arrastamento de sedimentos e a contaminação das águas superficiais e subterrâneas.

Limpeza sustentável dos painéis solares

A limpeza dos painéis é realizada sem recurso a produtos químicos, privilegiando métodos a seco ou com utilização eficiente de água, podendo ser equacionada a reutilização de águas pluviais.

Monitorização de água potável

Será implementado um Plano de Monitorização da Qualidade da Água para garantir a segurança da água usada pelos trabalhadores. As análises serão realizadas em pontos de abastecimento, armazenamento e consumo, por técnicos certificados e laboratórios acreditados. Em caso de incumprimento, o consumo será interrompido até reposição da conformidade legal.

Proteção face a cheias centenárias

O projeto foi analisado considerando cenários de cheia até ao período de retorno de 100 anos, usado como referência para avaliar eventos extremos de precipitação e escoamento. Esta análise orienta o dimensionamento das infraestruturas, protege as linhas de água e ajuda a garantir a drenagem natural do terreno.

Prevenção da contaminação dos solos e da água

Substâncias potencialmente poluentes, como óleos, combustíveis e produtos químicos, são armazenadas em recipientes estanques e em áreas impermeabilizadas, com sistemas de contenção de derrames. Em caso de acidente, são implementadas medidas imediatas de limpeza e remoção de solos contaminados.

Gestão sustentável do solo

A camada superficial do solo será removida apenas quando necessário, de forma controlada, armazenada separadamente e reutilizada na recuperação das áreas afetadas. Serão adotadas práticas para minimizar a decapagem, evitar a compactação, reduzir a erosão e promover a regeneração natural do solo.

Gestão da vegetação através de pastoreio

O controlo da vegetação é realizado por métodos mecânicos ou através de pastoreio, evitando o uso de herbicidas. Esta abordagem permite manter o equilíbrio ecológico, promover a biodiversidade e reduzir riscos de contaminação dos solos e da água.

Recuperação das áreas intervencionadas

Após a conclusão da obra, as áreas afetadas, incluindo estaleiros e acessos temporários, são desativadas e recuperadas. São criadas condições para a regeneração da vegetação natural, reposição do solo e reintegração ecológica e funcional do território.

Controlo da erosão

Será implementado um Plano de Monitorização e Controlo da Erosão para identificar zonas vulneráveis, prevenir a perda de solo fértil e evitar o arrastamento de sedimentos para linhas de água. A medida inclui o acompanhamento das áreas intervencionadas e a aplicação de ações corretivas sempre que sejam detetados sinais de erosão.

Sementeira de coberto herbáceo

Será promovida a sementeira de pastagens biodiversas nas áreas interiores à central, incluindo sob os painéis solares. Esta medida protege o solo contra a erosão, melhora a infiltração da água e contribui para a recuperação ecológica das áreas intervencionadas.

Recuperação das áreas intervencionadas

Após a conclusão da obra, todas as áreas afetadas, incluindo estaleiros, acessos temporários e zonas de depósito, são desativadas e recuperadas. A intervenção inclui a reposição do terreno, a descompactação dos solos e a promoção da regeneração natural da vegetação, assegurando a reintegração funcional e paisagística do território.

Preservação de corredores ecológicos

Serão preservados e reforçados corredores ecológicos ao longo das linhas de água e zonas de transição, assegurando a ligação entre habitats e a circulação da fauna. Esta medida reduz a fragmentação ecológica e contribui para uma estrutura verde mais contínua e funcional.

Cortinas arbóreo-arbustivas

Serão criadas cortinas arbóreo-arbustivas ao longo de 35 km limites das centrais, especialmente nas zonas com maior exposição visual. Estas faixas, sempre que possível com cerca de 20 metros de largura, serão compostas por espécies autóctones de diferentes portes, ajudando a reduzir a visibilidade das centrais, sobretudo junto a vias e zonas mais expostas.

Integração com a paisagem de montado

Os projetos preveem a criação de manchas dispersas de sobreiral e/ou azinhal, em continuidade com os montados existentes na envolvente. Esta medida reforça a identidade da paisagem alentejana, cria zonas de transição mais naturais e contribui para reduzir a perceção visual das centrais.

Adaptação ao terreno natural

O projeto será desenvolvido de forma a respeitar a morfologia existente, minimizando as movimentações de terra e evitando alterações desnecessárias ao relevo. Esta abordagem contribui para uma melhor integração paisagística, reduz a perturbação do solo e ajuda a manter as condições naturais de drenagem e escorrência superficial.

Acompanhamento arqueológico

Todas as operações que envolvem revolvimento do solo são acompanhadas por arqueólogos, permitindo identificar, registar e proteger eventuais elementos patrimoniais. Este acompanhamento é realizado de forma contínua ao longo da obra, garantindo a salvaguarda de vestígios arqueológicos e a adoção de medidas adequadas sempre que necessário.

Afloramentos rochosos

Foi realizado um levantamento dos afloramentos rochosos no âmbito da proteção do património geológico e geomorfológico. O projeto assegura a salvaguarda destes elementos, respeitando os distanciamentos necessários e evitando a sua afetação direta.

Reutilização dos equipamentos

Será dada preferência ao prolongamento do ciclo de vida dos equipamentos, sempre que tecnicamente viável. Os painéis fotovoltaicos com desempenho residual poderão ser reaplicados em autoconsumo doméstico, sistemas isolados (off-grid) ou projetos comunitários. As baterias com capacidade reduzida podem migrar para aplicações de armazenamento estacionário menos exigentes, como apoio a redes locais ou armazenamento residencial.

Fundo financeiro para o desmantelamento

Constituição de um fundo financeiro que para garantir o desmantelamento dos projetos e a gestão adequada dos equipamentos no fim da sua vida útil.

Plano de desmantelamento

Foi desenvolvido um plano de desmantelamento ajustado ao enquadramento legal e ambiental em vigor. O plano inclui a definição do destino final de todos os elementos removidos.

Gestão dos equipamentos em fim de vida

Os equipamentos serão avaliados e separados para reutilização, recondicionamento, reciclagem ou eliminação. Os equipamentos elétricos e eletrónicos serão encaminhados para uma entidade gestora de resíduos licenciada.

Recuperação do local

Após a desmontagem das infraestruturas, está prevista a desocupação e descompactação do solo, bem como intervenções paisagísticas destinadas à recuperação das áreas desativadas.

BENEFÍCIOS

Contributos concretos para a energia, o ambiente e a economia local

Produção de energia renovável

1.406 GWh de eletricidade limpa produzida por ano, equivalente ao consumo 400 mil casas.

Reforço da rede elétrica

Por se integrarem no regime de Acordos com o Operador da Rede Elétrica (REN), estes projetos financiam os reforços necessários da rede elétrica nacional, contribuindo para aumentar a sua capacidade, estabilidade e resiliência.

Atração de investimento

Com um investimento total de cerca de 725 M€, estes projetos posicionam-se entre os maiores investimentos privados na região do Alentejo. Contribuirá para economia local, estimulando serviços, fornecedores e outras atividades económicas indiretas, bem como a criação de emprego.

Armazenamento de energia e estabilidade da rede

Os sistemas de armazenamento dos projetos permitem disponibilizar energia renovável nos períodos de maior consumo, contribuindo para uma maior estabilidade e flexibilidade da rede elétrica.

Emissões de CO2 eq evitadas

129 mil toneladas de CO₂e evitadas por ano, equivalente a retirar 190 mil carros da estrada.

Crédito líquido de carbono

Prevê-se plantação de cerca de 65 mil árvores e arbustos dos quais aproximadamente 5 mil sobreiros, contribuindo para reforçar a capacidade regional de sequestro de carbono em 14,5 mil toneladas de CO₂e.

Recuperação de solos degradados

Os terrenos deixam de estar sujeitos a práticas agrícolas intensivas, permitindo a regeneração da sua estrutura, fertilidade e biodiversidade.

Aumento da biodiversidade

A redução da perturbação humana e a ausência de agroquímicos criam condições favoráveis ao aparecimento e fixação de espécies de fauna e flora autóctones.

Investimento na conservação da natureza

Os projetos canalizam recursos financeiros para a proteção e valorização ambiental, muitas vezes inexistentes em cenários alternativos.

COMUNICAÇÃO E MEDIA

Partilhar o projeto,
dar voz a cada novidade

Nesta secção reunimos as últimas novidades sobre o nosso projeto: desde o início de consultas públicas, anúncio de sessões de esclarecimento, conteúdos partilhados sobre o progresso da iniciativa, até entrevistas, artigos e menções nos media. Aqui poderá acompanhar todas as atualizações à medida que surgem.

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SABIAS QUE?

Mitos, dúvidas e factos sobre os projetos

Respondemos às perceções e dúvidas mais frequentes sobre parques solares e sistemas de baterias, distinguindo preocupações legítimas dos dados avaliados em estudos ambientais.

Os parques solares degradam o solo?
Na maioria dos casos acontece o contrário. O solo entra num período de “descanso” após décadas de uso intensivo, recuperando estrutura, fertilidade e biodiversidade – sem mobilizações frequentes nem agroquímicos.
Debaixo dos painéis não cresce nada?
Cresce – e melhor do que se pensa. A humidade que se forma sob os painéis ajuda a manter o solo mais fresco e húmido, permitindo vegetação verde mesmo em períodos secos, especialmente no Alentejo.
Os parques solares afastam os animais?
Não necessariamente. Com menos atividade humana e sem agricultura intensiva, tornam-se refúgios para aves, insetos, répteis e mamíferos, oferecendo abrigo e alimento.
Os projetos solares têm impacto na água?
Têm impacto reduzido em comparação com outras atividades. Não consomem água para produzir energia, mas podem alterar o escoamento local se não forem bem projetados.
As vedações impedem a circulação dos animais?
Não totalmente. São desenhadas para permitir a passagem de animais de menor dimensão, garantindo continuidade ecológica e mantendo os movimentos naturais das espécies.
Os parques solares podem aumentar a biodiversidade?
Sim. Estudos mostram que, ao longo do tempo, há aumento do número de espécies
— especialmente aves, répteis e mamíferos
— quando existe gestão ambiental adequada.
Os parques solares são reversíveis?
Sim. Ao contrário de outras infraestruturas, podem ser desmantelados e o solo recuperado — especialmente se não houver impermeabilização com betão.
Os parques solares afetam aves protegidas?
Podem afetar, sobretudo durante a construção. Por isso existem estudos prévios e medidas específicas para minimizar riscos e proteger espécies sensíveis.
Um sobreiro pode ser abatido para instalar painéis solares?
Não livremente. O sobreiro é protegido por lei em Portugal, e o seu abate exige autorização específica — sendo evitado na maioria dos projetos e quando esta opção não é possível é feita uma compensação.
Os parques solares fazem ruído?
Não de forma relevante. Os painéis em si são totalmente silenciosos. O único som pode vir de equipamentos como inversores ou transformadores, mas é contínuo e de baixa intensidade — geralmente impercetível fora da área do projeto.
As baterias são perigosas e podem explodir?
As baterias incluem múltiplos níveis de segurança, tais como monitorização contínua, controlo de temperatura e mecanismos automáticos de proteção. Existe risco, mas é baixo e controlado por normas técnicas exigentes e sistemas de segurança redundantes.
Os painéis solares refletem o sol e aumentam o aquecimento global?
Não. Os painéis são concebidos para absorver a radiação solar e convertê-la em eletricidade, não para a refletir. A pequena fração de luz refletida é muito inferior à de superfícies comuns como telhados claros, areia ou água.
Os painéis solares funcionam como girassóis?
Sim. Muitos parques usam tecnologia tracker, que permite aos painéis seguir o sol ao longo do dia, aumentando a produção de energia de forma eficiente.
As baterias evitam apagões?
Não evitam apagões por si só. Mas ajudam a tornar o sistema elétrico mais estável, porque conseguem responder rapidamente a desequilíbrios entre produção e consumo.
Porque é que as baterias são importantes num parque solar?
Porque ajudam a gerir melhor a energia produzida. Em vez de injetar toda a eletricidade na rede apenas nas horas de maior sol, o parque pode armazenar parte dessa energia e entregá-la em horários mais úteis, como o fim da tarde ou início da noite.
O que é um parque híbrido e qual é a sua vantagem?
Um parque híbrido combina duas tecnologias complementares tais como a produção solar e armazenamento em baterias. A energia solar é produzida durante o dia, enquanto as baterias permitem gerir melhor essa produção, armazenando energia e libertando-a em momentos mais úteis para a rede.

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