Projetos Solares em Évora —
Graça do Divor e Sol de Évora

A Hyperion pretende apresentar de forma clara e transparente as informações essenciais sobre cada projeto. Nesta página partilhamos as medidas de integração ambiental e territorial, bem como o plano de envolvimento da comunidade local em todas as fases do projeto.

PROJECTOS

Saiba mais sobre os projetos

Central Fotovoltaica Graça do Divor

Projecto detido 100% pelo grupo APL que contratou em 2022 a Hyperion para dar continuidade ao desenvolvimento do projecto, criando sinergias entre os projectos.

200

MVA
Potência injeção

45000

tCO₂eq/ano
Emissões CO2 evitadas

492.4

GWh/ano
Energia produzida

140000

Casas abastecidas
Promotor
Hyperion Renewables
Tecnologia
Solar Fotovoltaico + Sistema de Armazenamento
Potência instalada fotovoltaica
260 MWp
Potência/Capacidade de Armazenamento
100 MW / 400 MWh
Área ocupada por infraestruturas
139 ha
Área vedada
580 ha
Área no interior do parque sem afectação
441 ha
Ligação à rede
Linha de 1,18 km de 400 kV a ligar à subestação REN Divor
Estudo de Impacto Ambiental
A decorrer

Timeline atual

Sol de Évora

Projecto detido 100% pelo grupo APL que contratou em 2022 a Hyperion para dar continuidade ao desenvolvimento do projecto, criando sinergias entre os projectos.

400

MVA
Potência injeção

913.1

GWh/ano
Energia produzida

84000

tCO₂eq/ano
Emissões CO2 evitadas

260000

Casas abastecidas
Promotor
Newcon40 Lda. - Sociedade veículo da APL
Tecnologia
Solar Fotovoltaico + Sistema de Armazenamento
Potência instalada fotovoltaica
480 MWp
Potência/Capacidade de Armazenamento
200 MW / 800 MWh
Área ocupada por infraestruturas
245 ha
Área vedada
912 ha
Área no interior do parque sem afectação
667 ha
Ligação à rede
Linha de 1,57 km de 400 kV a ligar à subestação REN Divor
Estudo de Impacto Ambiental
A decorrer

Timeline atual

Conheça o projeto de perto

Explore a localização e a implantação do projeto através de uma experiência interativa em 3D.

Sobre esta simulação

ENVOLVIMENTO COM A COMUNIDADE

Desenvolver com responsabilidade,
crescer com o território

O desenvolvimento destes projetos assenta numa lógica de proximidade, transparência e compromisso com o território. Desde as fases iniciais, foram já consultadas +20 entidades públicas, associações e agentes locais, regionais e nacionais ligados às comunidades e ao contexto territorial envolvente. Este processo permitiu identificar preocupações e oportunidades locais, contribuindo para a definição de medidas de mitigação e para a preparação de propostas de compensação, ainda sujeitas a articulação e validação com as entidades competentes.

Entidades consultadas

MEDIDAS DE MITIGAÇÃO

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Proteção das áreas sensíveis

As intervenções no terreno são limitadas às áreas estritamente necessárias, garantindo a preservação de habitats naturais, vegetação autóctone e espécies protegidas. Exemplares de sobreiro e azinheira são identificados, sinalizados e protegidos antes do início da obra, sendo ainda assegurada a não afetação de áreas classificadas e habitats sensíveis.

Controlo de espécies invasoras

Será implementado um plano de controlo e gestão de espécies exóticas invasoras, incluindo a sua identificação, remoção e correta deposição. Sempre que necessário, são utilizadas terras de empréstimo livres de contaminação biológica, evitando a introdução de novas espécies invasoras.

Plano de compensação de quercíneas

Plantação de 4 917 sobreiros em cerca de 81 hectares através de ações de arborização e adensamento de povoamentos existentes, compensando em três vezes o número de quercíneas afetadas pelos projetos.

Proteção da fauna e dos habitats

Os trabalhos são planeados para evitar períodos críticos para a fauna, como épocas de reprodução ou hibernação. Durante a fase de exploração, são mantidas zonas de refúgio ecológico, como áreas húmidas e vegetação natural, e a iluminação é adaptada para reduzir perturbações.

Proteção da fauna e dos habitats

Os trabalhos são planeados para evitar períodos críticos para a fauna, como épocas de reprodução ou hibernação. Durante a fase de exploração, são mantidas zonas de refúgio ecológico, como áreas húmidas e vegetação natural, e a iluminação é adaptada para reduzir perturbações.

Aberturas nas vedações para circulação de animais

As vedações dos projetos integram aberturas específicas que permitem a passagem de fauna de pequena e média dimensão, mantendo a conectividade ecológica entre áreas naturais envolventes. Esta medida reduz o efeito de barreira associado à implantação dos parques e permite que os animais continuem a deslocar-se, alimentar-se e utilizar o território de forma segura.

Monitorização da avifauna

Implementação de um plano de monitorização direcionado para espécies com estatuto de conservação desfavorável identificadas na área envolvente, incluindo abetarda, alcaravão, peneireiro e milhafre-real. O programa prevê monitorização antes, durante e após a construção, permitindo acompanhar a utilização do território e avaliar potenciais efeitos do projeto.

Galerias ripícolas

Preservação e reforço de 47 ha de galerias ripícolas ao longo das linhas de água, através da criação de faixas de proteção ecológica com vegetação autóctone, promovendo a continuidade ecológica, a estabilização das margens e o suporte à biodiversidade local.

Reforço da vegetação autóctone

Plantação de cerca de 7 000 árvores, 31 000 arbustos e 90 000 subarbustos autóctones, através do reforço de 47 ha de galerias ripícolas e da criação de 35 km de cortinas arbóreas. Estas intervenções promovem a continuidade ecológica, o aumento da biodiversidade, a estabilização dos solos e a integração paisagística do projeto, criando também zonas de abrigo e alimentação para a fauna local.

Proteção dos recursos hídricos e das linhas de água

As frentes de obra mantêm um afastamento mínimo das linhas de água, nomeadamente da Ribeira do Divor, sendo assegurado o escoamento natural e evitadas interferências no regime hídrico. As intervenções são planeadas para minimizar a erosão, o arrastamento de sedimentos e a contaminação das águas superficiais e subterrâneas.

Limpeza sustentável dos painéis solares

A limpeza dos painéis é realizada sem recurso a produtos químicos, privilegiando métodos a seco ou com utilização eficiente de água, podendo ser equacionada a reutilização de águas pluviais.

Monitorização de água potável

Será implementado um Plano de Monitorização da Qualidade da Água para garantir a segurança da água usada pelos trabalhadores. As análises serão realizadas em pontos de abastecimento, armazenamento e consumo, por técnicos certificados e laboratórios acreditados. Em caso de incumprimento, o consumo será interrompido até reposição da conformidade legal.

Proteção face a cheias centenárias

O projeto foi analisado considerando cenários de cheia até ao período de retorno de 100 anos, usado como referência para avaliar eventos extremos de precipitação e escoamento. Esta análise orienta o dimensionamento das infraestruturas, protege as linhas de água e ajuda a garantir a drenagem natural do terreno.

Prevenção da contaminação dos solos e da água

Substâncias potencialmente poluentes, como óleos, combustíveis e produtos químicos, são armazenadas em recipientes estanques e em áreas impermeabilizadas, com sistemas de contenção de derrames. Em caso de acidente, são implementadas medidas imediatas de limpeza e remoção de solos contaminados.

Gestão sustentável do solo

A camada superficial do solo será removida apenas quando necessário, de forma controlada, armazenada separadamente e reutilizada na recuperação das áreas afetadas. Serão adotadas práticas para minimizar a decapagem, evitar a compactação, reduzir a erosão e promover a regeneração natural do solo.

Gestão da vegetação através de pastoreio

O controlo da vegetação é realizado por métodos mecânicos ou através de pastoreio, evitando o uso de herbicidas. Esta abordagem permite manter o equilíbrio ecológico, promover a biodiversidade e reduzir riscos de contaminação dos solos e da água.

Recuperação das áreas intervencionadas

Após a conclusão da obra, as áreas afetadas, incluindo estaleiros e acessos temporários, são desativadas e recuperadas. São criadas condições para a regeneração da vegetação natural, reposição do solo e reintegração ecológica e funcional do território.

Controlo da erosão

Será implementado um Plano de Monitorização e Controlo da Erosão para identificar zonas vulneráveis, prevenir a perda de solo fértil e evitar o arrastamento de sedimentos para linhas de água. A medida inclui o acompanhamento das áreas intervencionadas e a aplicação de ações corretivas sempre que sejam detetados sinais de erosão.

Sementeira de coberto herbáceo

Será promovida a sementeira de pastagens biodiversas nas áreas interiores à central, incluindo sob os painéis solares. Esta medida protege o solo contra a erosão, melhora a infiltração da água e contribui para a recuperação ecológica das áreas intervencionadas.

Recuperação das áreas intervencionadas

Após a conclusão da obra, todas as áreas afetadas, incluindo estaleiros, acessos temporários e zonas de depósito, são desativadas e recuperadas. A intervenção inclui a reposição do terreno, a descompactação dos solos e a promoção da regeneração natural da vegetação, assegurando a reintegração funcional e paisagística do território.

Preservação de corredores ecológicos

Serão preservados e reforçados corredores ecológicos ao longo das linhas de água e zonas de transição, assegurando a ligação entre habitats e a circulação da fauna. Esta medida reduz a fragmentação ecológica e contribui para uma estrutura verde mais contínua e funcional.

Cortinas arbóreo-arbustivas

Serão criadas cortinas arbóreo-arbustivas ao longo de 35 km limites das centrais, especialmente nas zonas com maior exposição visual. Estas faixas, sempre que possível com cerca de 20 metros de largura, serão compostas por espécies autóctones de diferentes portes, ajudando a reduzir a visibilidade das centrais, sobretudo junto a vias e zonas mais expostas.

Integração com a paisagem de montado

Os projetos preveem a criação de manchas dispersas de sobreiral e/ou azinhal, em continuidade com os montados existentes na envolvente. Esta medida reforça a identidade da paisagem alentejana, cria zonas de transição mais naturais e contribui para reduzir a perceção visual das centrais.

Adaptação ao terreno natural

O projeto será desenvolvido de forma a respeitar a morfologia existente, minimizando as movimentações de terra e evitando alterações desnecessárias ao relevo. Esta abordagem contribui para uma melhor integração paisagística, reduz a perturbação do solo e ajuda a manter as condições naturais de drenagem e escorrência superficial.

Acompanhamento arqueológico

Todas as operações que envolvem revolvimento do solo são acompanhadas por arqueólogos, permitindo identificar, registar e proteger eventuais elementos patrimoniais. Este acompanhamento é realizado de forma contínua ao longo da obra, garantindo a salvaguarda de vestígios arqueológicos e a adoção de medidas adequadas sempre que necessário.

Afloramentos rochosos

Foi realizado um levantamento dos afloramentos rochosos, tendo sido identificados 118 elementos como locais de interesse no âmbito da proteção do património geológico e geomorfológico. O projeto assegura a salvaguarda destes elementos, respeitando os distanciamentos necessários e evitando a sua afetação direta.

Gestão ambiental em obra e sensibilização das equipas

A construção é acompanhada por um Plano de Gestão Ambiental da Obra, que define as medidas de minimização, boas práticas e procedimentos de controlo a implementar. Paralelamente, são realizadas ações de formação e sensibilização para todos os trabalhadores, assegurando o cumprimento das normas ambientais e a proteção dos valores naturais e sociais.

Redução de poeiras, emissões e ruído

Serão adotadas medidas para minimizar a emissão de poeiras e poluentes atmosféricos, incluindo a aspersão de água em períodos secos e a manutenção regular de máquinas e veículos. Os equipamentos utilizados cumprem os requisitos legais em matéria de ruído e emissões.

Gestão responsável de resíduos

Os resíduos gerados durante a obra serão devidamente identificados, separados e encaminhados para destino final adequado, de acordo com o Plano de Prevenção e Gestão de Resíduos de Construção e Demolição. É assegurado o registo das quantidades produzidas e a correta gestão dos diferentes fluxos, incluindo resíduos perigosos.

BENEFÍCIOS

Como os projetos contribuem para o território

Produção de energia renovável

Os projetos produzirão um total de 1 406 GWh/ano de eletricidade limpa, equivalente ao consumo 400 mil casas (9.7% das casas em Portugal).

Reforço da rede elétrica

Os projetos integram-se no regime de Acordos com o Operador da Rede de Transporte (ORT), no qual os promotores financiam privadamente os reforços necessários da rede elétrica nacional, contribuindo para aumentar a capacidade, estabilidade e resiliência do sistema elétrico.

Atração de investimento

Com um investimento total estimado em cerca de 725 M€, estes projetos posicionam-se entre os maiores investimentos privados na região do Alentejo. Este investimento contribuirá para dinamizar a economia local, estimulando serviços, fornecedores e outras atividades económicas indiretas, bem como a criação de emprego.

Armazenamento de energia e estabilidade da rede

Os sistemas de armazenamento associados aos projetos permitem disponibilizar energia renovável nos períodos de maior consumo, contribuindo para uma maior estabilidade e flexibilidade da rede elétrica.

Emissões de CO2 eq evitadas

Os dois projetos poderão evitar cerca de 129 mil toneladas de CO₂eq por ano, considerando o fator de emissão mais recente da eletricidade produzida em Portugal continental.

Crédito líquido de carbono

Associado aos Planos de Compensação da Desflorestação, este crédito resulta da plantação prevista de 4 917 sobreiros em 81,2 hectares, contribuindo para reforçar a capacidade regional de sequestro de carbono em 14 632 toneladas de CO₂ equivalente.

Recuperação de solos degradados

Os terrenos deixam de estar sujeitos a práticas agrícolas intensivas, permitindo a regeneração da sua estrutura, fertilidade e biodiversidade.

Aumento da biodiversidade

A redução da perturbação humana e a ausência de agroquímicos criam condições favoráveis ao aparecimento e fixação de espécies de fauna e flora autóctones.

Investimento na conservação da natureza

Os projetos canalizam recursos financeiros para a proteção e valorização ambiental, muitas vezes inexistentes em cenários alternativos.

PRESENÇA NO TERRITÓRIO

Uma visão sustentável aplicada ao território

A Hyperion Renewables opera no concelho de Évora desde 2017, desenvolvendo projetos de energia renovável na região. Atualmente, está a promover dois projetos fotovoltaicos — Graça do Divor e Sol de Évora. Estes projetos integram-se no compromisso da Hyperion com a transição energética, contribuindo para uma produção de energia mais limpa e sustentável, com benefícios ambientais e impacto positivo a longo prazo para o território.

COMUNICAÇÃO E MEDIA

Partilhar o projeto,
dar voz a cada novidade

Nesta secção reunimos as últimas novidades sobre o nosso projeto: desde o início de consultas públicas, anúncio de sessões de esclarecimento, conteúdos partilhados sobre o progresso da iniciativa, até entrevistas, artigos e menções nos media. Aqui poderá acompanhar todas as atualizações à medida que surgem.

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FAQ'S

Sabias que?

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Ao parques solares degradam o solo?
Na maioria dos casos acontece o contrário. O solo entra num período de “descanso” após décadas de uso intensivo, recuperando estrutura, fertilidade e biodiversidade – sem mobilizações frequentes nem agroquímicos.
Debaixo dos painéis não cresce nada?
Cresce – e melhor do que se pensa. A humidade que se forma sob os painéis ajuda a manter o solo mais fresco e húmido, permitindo vegetação verde mesmo em períodos secos, especialmente no Alentejo.

Os parques solares afastam os animais?
Não necessariamente. Com menos atividade humana e sem agricultura intensiva, tornam-se refúgios para aves, insetos, répteis e mamíferos, oferecendo abrigo e alimento.
Os projetos solares têm impacto na água?
Têm impacto reduzido em comparação com outras atividades. Não consomem água para produzir energia, mas podem alterar o escoamento local se não forem bem projetados.
As vedações impedem a circulação da fauna?
Não totalmente. São desenhadas para permitir a passagem de animais de menor dimensão, garantindo continuidade ecológica e mantendo os movimentos naturais das espécies.
Os parques solares podem aumentar a biodiversidade?
Sim. Estudos mostram que, ao longo do tempo, há aumento do número de espécies — especialmente aves, répteis e mamíferos — quando existe gestão ambiental adequada.

Os parques solares são reversíveis?
Sim. Ao contrário de outras infraestruturas, podem ser desmantelados e o solo recuperar — especialmente se não houver impermeabilização com betão.

Os parques solares afetam aves protegidas?
Podem afetar, sobretudo durante a construção. Por isso existem estudos prévios e medidas específicas para minimizar riscos e proteger espécies sensíveis.
Um sobreiro pode ser abatido para instalar painéis solares?
Não livremente. O sobreiro é protegido por lei em Portugal, e o seu abate exige autorização específica — sendo evitado na maioria dos projetos e quando, esta opção não é possível é feita uma compensação.
Os parques solares fazem ruído?
Não de forma relevante. Os painéis em si são totalmente silenciosos. O único som pode vir de equipamentos como inversores ou transformadores, mas é contínuo e de baixa intensidade — geralmente impercetível fora da área do projeto e muito inferior ao de atividades agrícolas ou tráfego.
As baterias são perigosas e podem explodir?
Os sistemas de armazenamento são projetados com múltiplos níveis de segurança para evitar esse tipo de situações. Incluem monitorização contínua, sistemas de controlo de temperatura e mecanismos automáticos de proteção. Como em qualquer infraestrutura energética, existe risco, mas é baixo e controlado através de normas técnicas exigentes e sistemas de segurança redundantes
Os painéis solares refletem o sol e aumentam o aquecimento global?
Não. Os painéis são concebidos para absorver a radiação solar e convertê-la em eletricidade, não para a refletir. A pequena fração de luz refletida é muito inferior à de superfícies comuns como telhados claros, areia ou água.

 

 

Os painéis solares funcionam como girassóis?
Sim. Muitos parques usam tecnologia tracker, que permite aos painéis seguir o sol ao longo do dia, aumentando a produção de energia de forma eficiente.

As baterias evitam apagões?
Não evitam apagões por si só. Mas ajudam a tornar o sistema elétrico mais estável, porque conseguem responder rapidamente a desequilíbrios entre produção e consumo. Em situações de falha ou instabilidade na rede, podem contribuir para reforçar a segurança do abastecimento.
O que significa uma bateria com 4 horas de autonomia?
Significa que a bateria consegue fornecer energia durante cerca de 4 horas à sua potência nominal. Isto permite guardar energia solar nas horas de maior produção e usá-la quando a rede mais precisa.

Porque é que as baterias são importantes num parque solar?
Porque ajudam a gerir melhor a energia produzida. Em vez de injetar toda a eletricidade na rede apenas nas horas de maior sol, o parque pode armazenar parte dessa energia e entregá-la em horários mais úteis, como o fim da tarde ou início da noite.
O que é um parque híbrido e qual é a sua vantagem?
Um parque híbrido combina duas tecnologias complementares: produção solar e armazenamento em baterias. A energia solar é produzida sobretudo durante o dia, enquanto as baterias permitem gerir melhor essa produção, armazenando energia e libertando-a em momentos mais úteis para a rede.

Conheça os
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